1º dia: Lisboa / Algeciras / Ceuta
Partida de Lisboa, atravessando a planície alentejana, entrando província espanhola de Anda-luzia, almoço em percurso, Jerez de la Frontera para Algeciras. Condução ao cais e embarque no Ferry. Travessia do estreito de Gibraltar. Chegada a Ceuta e transporte ao hotel. Jantar e alojamento.

2º Dia – Ceuta
Pequeno-almoço. Visita da cidade que hoje passados 6 séculos tem ainda as marcas do pas-sado português, da sua bandeira oficial cujo escudo se confunde com o nosso, aos monumentos e muralhas existentes. Visita aos miradouros, camara municipal (Ayuntamiento) com vários símbolos da conquista portuguesa e também a locais incontornáveis como o mercado e passagem pelos os templos Hindus, Muçulmanos e Cristãos, com destaque para a igreja de Nª Sra de Africa cuja imagem foi enviada pelo Infante Dom Henrique. Almoço. Tarde livre para visitas e compras na cidade ou disfrutar do parque marítimo do Mediterrâneo (entrada incluída), local aprazível para relaxar e aproveitar o complexo de piscinas existente. Jantar e alojamento.

3º Dia – Ceuta / Tétouan / Tânger / Ceuta
Pequeno-almoço. Partida entrando em Marrocos para Tétouan. Visita desta cidade autêntica, com destaque para a Medina e os seus artesãos onde terá contacto com o comércio e cultura locais. Prova de chá tradicional. Partida para Tânger. Almoço típico. De tarde, visita desta ci-dade multifacetada, situada em local estratégico, cuja história conta com q passagem dos por-tugueses pela sua administração. Saída para visita às grutas de Hercules, com varias lendas e beleza natural. Regresso a Ceuta. Jantar e alojamento.

4º Dia – Ceuta / Gibraltar / Lisboa 
Condução ao porto de Ceuta com bolsa de pequeno-almoço. Embarque no Ferry com destino a Algeciras. Desembarque e saída para Gibraltar. Tempo livre para visita e compras neste terri-tório inglês encravado em plena Espanha. Aconselhamos a visita opcional ao famoso rochedo que dá a conhecer uma das mais famosas comunidades de macacos do mundo. Almoço livre. Partida por Sevilha de regresso a Lisboa.

Fim dos nossos serviços


Ceuta
Antes que Ceuta se incorporasse a Espanha em meados de século XVII, os portugueses tive-ram na sua posse a cidade do norte de África durante mais de um século, graças a uma breve batalha perante os muçulmanos da qual já se completaram 600 anos.
Ceuta foi a primeira conquista portuguesa no norte de africa e este facto ajudou sem dúvida à expansão do império português. A intervenção militar sucedeu três décadas depois da batalha de Aljubarrota, que tinha consa-grado em 1385 a independência de Portugal ao pôr fim às pretensões de Castela.
De modo a consubstanciar esse facto, o rei João I buscava uma nova demonstração conquis-tadora que reforçasse a sua posição extra fronteiras. Foi decidido então avançar sobre a cidade de Ceuta, ocupada pelo povo muçulmano, em posi-ção estratégica excepcional, muito próxima à Gibraltar muçulmana e Algeciras castelhana, que permitiria a Portugal exercer determinado controlo sobre o estreito. Cerca de 20.000 homens partiram do litoral português a bordo de 200 navios em direcção a Ceuta, onde desembarcaram na madrugada de 21 de agosto, iniciando uma uma batalha que culminou nessa mesma noite com a tomada do castelo, já vazio após a fuga dos muçulmanos. Existe portanto uma herança afectiva e uma consciência de um passado comum. A bandeira de Ceuta mantém ainda hoje as mesmas cores da bandeira de Lisboa e o brasão apresenta as armas que se utilizavam em Portugal no século XVI. Na cidade norte-africana ficam também muitos sobrenomes portugueses dos descendentes directos e existem ruas dedicadas a grandes figuras lusas, como o poeta Luís Vaz de Camões (1524-1580).


Nota: 
Os cidadãos portugueses terão de ser portadores de passaporte com validade mínima de 3 meses para realizar este circuito, informando no acto de reserva o respectivo número e valida-de. Para cidadãos de outras nacionalidades, pode ser necessário visto para além do passapor-te, pelo que devem ser consultadas as condições válidas para a data pretendida junto dos ser-viços consulares. Lembramos que a apresentação de documentação pessoal válida e correcta é da inteira responsabilidade dos passageiros em viagem.