Desde 245 €

por pessoa


1º dia: Lisboa / Vilarinho da Samardã / Bragança
Partida por Coimbra, Lamego e Peso da Régua para Vilarinho da Samardã. Almoço. Continu-ação para a Aldeia de São Tomé – Telões, para assistir e participar na Partilha do Burro. Acon-tecimento que se realiza no Carnaval, faz parte das tradições iniciáticas da adolescência e das práticas de denúncia e crítica próprias do entrudo português. Os rapazes escrevem quadras destinadas às raparigas por quem repartem o burro e que depois gritam para toda a povoação, revelando os defeitos e virtudes de cada uma. Continuação por Valpaços, Mirandela e Bra-gança. Jantar e alojamento.

2º dia: Bragança / Podence / Vila Real
Pequeno-almoço. Visita ao centro histórico, ao Domus Municipalis e ao Museu Ibérico da Máscara. Continuação para a aldeia de Podence. Aqui se vivem os Momentos de Carnaval, com os rapazes da região a encarnar misteriosas personagens vestindo trajes coloridos, feitos com colchas de franjas, tapando a cara com máscaras e prendendo chocalhos e campainhas à cintura, percorrendo a aldeia aos gritos e saltos em correrias à procura das raparigas solteiras para com elas dançar. Visita à Casa do Careto. Continuação para Macedo de Cavaleiros. Al-moço. De tarde partida por Viseu, Coimbra e regresso a Lisboa.

Carnaval
O Carnaval é considerado uma das festas populares mais animadas e representativas do mundo. É um momento mágico. É a "transgressão" de todas as regras sociais. É a satisfação da necessidade típica dos homens e mulheres festejarem algo. A máscara é uma indumentária fundamental, que permite aos mascarados viverem intensamente este período, em que não se conhecem as pessoas, nem a posição social.
Pensa-se que a tradição dos Caretos tenha raízes célticas, de um período pré-romano. Prova-velmente, está relacionada com a existência dos povos Galaicos e Brácaros na Galiza e no norte de Portugal.
Os Caretos usam máscaras rudimentares, onde sobressai o nariz pontiagudo, feitas de couro, madeira ou de vulgar latão, pintadas de vermelho, preto, amarelo, ou verde. A cor é também um dos atributos mais visíveis das suas vestes: fatos de colchas franjados de lã vermelha, ver-de e amarela, com enfiadas de chocalhos à cintura e bandoleiras com campainhas. Da sua indumentária, faz também parte um pau que os apoia nas correrias e saltos. A rusticidade do ambiente é indissociável desta figura misteriosa.


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